
Uma idéia bastante difundida pelo senso comum é a de que determinadas escolhas profissionais definem seus autores.
Não posso ser uma pessoa MORTAL - tola por que tenho que zelar pelo meu marketing pessoal? Ou não posso ser realmente uma pessoa legal por provavelmente estou colocando em pratica aplicada srrs meus conhecimentos sócios profissionais?
Assim, um advogado seria fatalmente um sujeito frio e articulador, desprovido de qualquer senso ético. Pensa-se no jornalista como alguém sagaz, antenado e crítico. Há casos graves como o dos médicos, por exemplo, que acha que dor e morrer são banalidades humanas.
Dividimos com os psiquiatras a fama de loucos,
É divertido, ás vezes. Você está ali com o olhar pousado no couro cabeludo da pessoa pensando que ela deveria esconder aqueles fios brancos e visivelmente incomodada ela diz: “Você tá me analisando, né?
Gosto de gente, mesmo daquelas que, pelas atitudes, deixaram de sê-lo. Parece uma contradição e, é.
Sou repleta dessas contradições. Me orgulho de dizer que tenho um incontável número de amigos, mas não gosto de todos eles ao mesmo tempo. Gosto de servir, mas não sei lidar com ofertas de ajuda. Adoro mimos, mas raramente os faço. Prefiro uma centena de demonstrações de amizade do que apenas poucas e boas. Gosto de ser eu mesma a distinguir uma das outras.
A prática profissional de colocar o marketing em pratica ja tive mais na minha vivencia pessoal ainda estou tentando desenvolver o marketing está na faze primária .Mais tenho amplitude do meu olhar, Olho as coisas e as pessoas além DESSA vida. Imagino como seriam se estivessem á beira da morte, necessitando de cuidados contínuos ou simplesmente em uma situação desfavorável. É também como vejo o mercado o qual eu vou servir profissionalmente. Que é um mercado para servi aos seres humanos.
Apesar de parecer negativA, esse pensamento me ajuda a projetá-las além de suas máscaras sociais. Desvela o que inconscientemente ocultam em seu sorriso, aperto de mão e até atitudes. Isso abre consideravelmente meu leque de amigos em potencial. Porque meu único critério é essencialmente meu desejo. Meu desejo de relacionar-me ou não com aquela criatura. A partir daí, é só moldar a intensidade e a importância que teremos na vida um do outro.
Essa “técnica”, é claro, é uma defesa. Defesa necessária de quem se sabe carente, e teme que percebam. Defesa cunhada por muitas decepções e mágoas inúteis.
Não me façam perguntas. Ou não esperem respostas. É perfeitamente possivel compreender-me sem elas. Basta que você troque de lugar comigo.
Sempre haverá muito á ser dito, muita opinião á ser revelada e muita mágoa á ser resolvida. Mas há, sobretudo, a consciência de que nenhum desses acúmulos, se despejados, teriam algum efeito prático para qualquer dos lados envolvidos.
Talvez devesse, a partir daí, ter aprendido a lição e construído outros critérios de avaliação para promover laços afetivos. Mas prefiro “nivelar por baixo” os outros do que a mim mesma. Qualquer mudança de procedimento ou reflexão seria como estar avalizando os oportunistas emocionais.
Sigo calanda na alma. Dizendo o estritamente desnecessário e aguardando os que compreendem que não se trata de admissão ou concordância, e sim, aceitação de que contra fatos não há argumentos, ou são totalmente desnecessários.
Transparência não é sinônimo de revelação. Não ficamos nus ao tirar nossas roupas. É preciso pisar com os pés no chão, transitar sobre a lama,
Confesso que tenho holofotes sobre mim, mas apago-os meticulosamente, um a um, todas as noites antes de dormir.
Me recuso a ser número ou ter meu verdadeiro valor como ser humano desprezado por comparação principalmente se essas comparações virem de pessoas do passado. Não gosto de ser útil, gosto de ser desejada. Não ofereço volume ...espalho conteúdo!
Se com isso, ou por isso, seguir pela vida á fora levando bordoadas, ainda “posso dizer do amor que tive”... Mas, se for tolhida em meu direito de dizer que chorei e sofri, então, morro dizendo que o “importante é que emoções eu vivi”!





